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quarta-feira, 1 de abril de 2015

4 a.m.


4:00 am.

Walk into a bar, a desperate need for that 'ol Tennessee spirit on the rocks.
 
While waiting lazily light up a cigarette and try to pull some happiness from it, but blinded to anything else in the world. The whiskey arrives and with it a try to purge all the sadness that insists to occupy the stomach.

But look through everything. Through the entire earth; empty and solid spaces have no importance. Just this (also empty) gaze. That emptiness that can be felt. From the fingertips to the back of the head.

Don't know what else to do. Standing on this corner, seeing nothing, understanding much less. Strolling through the same damn path every week. Always the same routine, same places, same emptiness.

Just lay here forever. Or for the next minute or so.

4:01 am.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

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(Música: Steve Ray Vaughan - Little Wing)
Era madrugada. Novamente. Enquanto a luz neon do motel era filtrada pela persiana barata. Enquanto o silêncio se impunha, doce como perfume barato, pesado como chumbo, frio como gelo. Enquanto o quarto fervia num calor modorrento, inquietante. Uma daquelas abafadas noites de outubro, tão comuns nessa prodigiosa cidade da luz. Ao som de Stevie Ray, Jimmi Hendrix e John Frusciante, procurava. Procurava assim como quem se perde: Sem saber, sem notar, distraído por algo que lhe fugia sempre que estava prestes a descobrir. Como se a procura em si fosse mais importante que o achado. Como devemos ser.

Mas antes de tudo (e durante, e depois, e sempre) sentia a angústia de não saber exatamente o que o angustiava. Ou o que procurava. Opinião minha, acho que procurava 'não procurar'. Sim, é complicado, mas exemplifico: dou-lhe uma ordem: Não pense em nada. 'O não-pensar já é pensar em dizer', já diria Amarante, do Los Hermanos. Entende? O simples fato de 'não-procurar' já era a busca em si.

terça-feira, 17 de março de 2009

(tentando fazer) O Início

Dia desses eu tava por aí, sem fazer PN, pensando em algo útil pra fazer (além de estudar, tocar violão, o velho racha no meio de semana, as saídas no fim de semana e ainda cuidar (nem taanto .D) da irmã) aí veio na cabeça... que tal escrever um livro? Aí bate aquela preguiça e vc vai deixando de lado antes mesmo de começar a pensar no começo... (é meio louco, eu sei oO) Resolvi: 'pq não fazer um blog sobre nada, mas sobre tudo?' sei lá, qualquer coisa mesmo, contanto que eu escreva (e não necessariamente os outros leiam, mas tudo bem ;D) todo dia e que eu consiga manter um fluxo de informações coerentes de modo a manter o leitor entendendo tudo, ou pensando que entende. (na verdade, como se diz por aqui: 'ai deento!')
Só espero que ninguém leia, e se ler, desconsidere!
Se considerar, deixa um comentário aí, sei lá ;P
Amanha tem mais (ou não (Y)!)